Altitude
Table 1.3 – Approximate Values of Some Time Intervals in seconds
5 ϫ 10^17: Age of the Universe
1.3 ϫ 10^17: Age of the Earth
6.3 ϫ 10^8: Average age of a college student
3.2 ϫ 10^7: One year
8.6 ϫ 10^4: One day (time interval for one revolution of the Earth about its axis)
3.0 ϫ 10^3: One class period
8 ϫ 10^-1: Time interval between normal heartbeats
~ 10^3: Period of audible sound waves
~ 10^-6: Period of typical radio waves
~ 10^-13: Period of vibration of an atom in a solid
~ 10^-15: Period of visible light waves
~ 10^-22: Duration of a nuclear collision
~ 10^-24: Time interval for light to cross a proton
Esta é uma grande tabela!
PARTE 1 – As Elipses
Existe o ponto A e existe o ponto B. Ponto assente que muitos outros pontos existem. Mas os pontos importantes de uma elipse são sempre os pontos extremidade. Não há forma de descrever como eles existem ou como eles são. Nem onde começam ou acabam. Eles acabam onde começam outros pontos.
Os pontos são como uma chave do conhecimento. O ponto A é um presente que existe com um futuro. O ponto B é uma peça sempre inatingível de um futuro distante. O idealismo é um ponto B mascarado de fervor e ilusão.
A para B. B é criado com A, todos os dias. E todos os dias novos A e B são criados e condicionados pelo passado do dia anterior. E o ciclo perdura e continua numa criação constante ou numa construção simbólica e cada vez com mais estática, perdendo o seu dinamismo vivo.
Eu vivo A e sonho com B. E sonho como uma seta que o atinja. Uma seta veloz que acelera de rompão sempre a pensar em atingir B. Mas A percegue a seta.
Sabe, as dimensões que temos, e que delas entendemos. São quatro. Três delas um espaço, o ponto A. A última um tempo, a seta.
Mas o ponto B não é espaço nem sequer tempo. É algo de não absoluto, uma ideia em contradição à lógica. O ponto B vai como uma aproximação quasi-sensata sem ideia do absoluto. E a seta nunca o alcança.
A seta só pensa em alcançar o ponto B. É obcecada com a loucura do ponto B. Não há mais nada para além do ponto B. Nunca alcançável. Ela sabe que não. Mas tem esperança.
Mas a seta perde o folgo. A seta perde a velocidade. A seta perde-se nessa loucura. Como só olha para a frente, não aproveita o ponto A.
Para a seta, A é dado adquirido. Não quer muito saber, já o experimentou, já o alcançou, não aproveita o espaço do ponto A. Gosta dele, ama-o, porque é bom. Porque sabe bem. Mas já o tem. Para quê preocupações...
Mas a seta encontra um obstáculo e o ponto B desaparece. E o ponto A segue com ele. A seta encontra-se sozinha nesse momento repentino. Cai que nem uma bomba.
E pergunta agora: porquê?